quarta-feira, 30 de maio de 2012

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Artesanato feito com Papelão.

 A História do Papelão Ondulado desde suas origens até os dias atuais





Entre as curiosidades históricas do produto, usado há mais de 100 anos, está sua ingênua, porém, engenhosa construção, que permanece moderna e inovadora até hoje.

1856 - Dois ingleses obtiveram a patente para o primeiro uso conhecido do papelão ondulado como proteção interna de chapéus. Naquele ano surgiu também a primeira "onduladeira", muito simples, com dois rolos ondulados, operados manualmente.

1871 - A primeira utilização do papelão ondulado como embalagem, foi quando o americano Albert L. Jones obteve a patente para envolver produtos frágeis, como garrafas, em embalagens produzidas com esta matéria-prima.

1881- Foi criada a primeira single facer motorizada, que foi introduzida na Inglaterra em 1883; na Alemanha em 1886; e na França em 1888.

1895 - A primeira onduladeira conhecida foi projetada por Jefferson T. Ferres, da empresa Sefton Manufacturing Co.

1903 - Um produtor de cereais usou pela primeira vez uma caixa de papelão ondulado em parede simples (capa/miolo/capa), conseguindo a aprovação oficial deste tipo de embalagem de transporte.

1952 - Foi constituída a FEFCO - European Federation of Corrugated Board Manufacturers.



No Brasil

1935 - A primeira fábrica de papelão ondulado foi constituída pelos Srs. João Costa e Ribeiro, que introduziram no nosso mercado o ondulado parede simples, até então importado da Alemanha. A produção de embalagens de papelão ondulado mostrou um rápido crescimento, acompanhando a Revolução Industrial e respondendo à pronta demanda por mais embalagens de transporte, caminhando paralelamente às atividades econômicas.

1974 - Foi fundada a nossa
ABPO - Associação Brasileira do Papelão Ondulado.
No seu primeiro Anuário Estatístico, a ABPO apontava que a produção de papelão ondulado no Brasil havia crescido de 220 mil toneladas, em 1970, para 500 mil toneladas, em 1974.

1987 - Manual de Controle de Qualidade que tem servido a usuários e fabricantes de embalagens e produtos de papelão ondulado.

1999 - Glossário sobre Papelão Ondulado, que é de grande valia como instrumento de consulta aos profissionais do setor e aos usuários de embalagens de papelão ondulado.

2002 - Folder Meio Ambiente, Informativo sobre a contribuição das embalagens de Papelão Ondulado à proteção ambiental.

2003 - Cartilha Papelão Ondulado - Conheça a produção e os cuidados com o papelão ondulado.


Desde o final do século XIX, muitas mudanças têm ocorrido, e um notável progresso foi alcançando, conseguido na melhoria da matéria-prima, nos equipamentos, dos processos de produção e nas técnicas de impressão da embalagem de papelão ondulado.

Alguns exemplos são destacados a seguir: o número de gramaturas do papel usado para produzir papelão ondulado aumenta continuamente. Com isso, são inúmeras as possibilidades de combinação de diferentes papéis para capas e miolo; a produção e a produtividade da indústria de papelão ondulado têm crescido rapidamente. O mesmo vem ocorrendo com as linhas de envasamento dos usuários de papelão ondulado; a informática tem revolucionado a indústria, permitindo produções contínuas e agilizando o trabalho do departamento de desenvolvimento de embalagens e o processamento de pedidos.

Tais avanços, naturalmente, não chegaram ao fim, pois, a Era da Tecnologia da lnformação está apenas começando: na última década, as novas técnicas de impressão trouxeram as maiores mudanças. Por exemplo: o código de barras para identificação de produtos exigiu significativa melhoria da impressão das embalagens de papelão ondulado: as chamadas "micro-micro" ondas e papéis de alta qualidade têm possibilitado impressões cada vez mais sofisticadas. o que tem sido a porta de entrada do uso do papelão ondulado como embalagem primária.

2007 - Manual Hortifrutícola - Instruir o usuário de embalagem a preservar a qualidade dos produtos até o consumidor final.

FONTE: http://www.abpo.org.br/historia.php

segunda-feira, 26 de março de 2012

A Arte em Papel Machê.

Fonte: Wikipédia.


Palavra originada do francês papier mâché, que significa papel picado, amassado e esmagado, é uma massa feita com papel picado embebido na água, coado e depois misturado com cola e farinha de trigo. Com esta massa é possível moldar objetos em diferentes formatos, utilitários ou decorativos.
A massa deve ser usada no máximo de um dia para outro mas, se guardada em um pote plástico na geladeira, ela pode ser conservada por meses.


A arte do papel machê se desenvolveu na China, por volta de dois séculos antes de Cristo, e também em regiões das antigas Pérsia e Índia.
Na Europa, o papel machê foi utilizado para criar objetos decorativos primeiramente na França e depois na Inglaterra. Na Itália, a massa era utilizada na e execução das famosas máscaras do Carnaval, em Veneza. Na Noruega foi construída uma igreja toda feita em papel machê, e que durou 37 anos em ótimas condições, tendo sido demolida posteriormente.


Como preparar a Massa do papel machê:
§                    Água;
§                    Bacia e um balde;
§                    Peneira ou escorredor;
§                    Liquidificador;
§                    100 g de cola branca (ou mais, dependendo da quantidade de papel que você vai produzir);
§                    Farinha de trigo sem fermento;
§                    Uma xícara pequena de vinagre - opcional.

Modo de Preparo: 
O papel deve ser picado e deixado de molho até amolecer. No dia seguinte, coloca água no liquidificador de água e colocar um pouco do papel, na proporção de mais ou menos três partes de água para uma parte de papel. Bater por dez segundos, desligar, esperar um minuto e bater novamente por mais dez segundos. Depois, despejar a massa numa peneira e espremer até sair todo o excesso de água. Esfarelar a massa e espalhar numa bacia, misturar a cola branca, o vinagre e a farinha de trigo, até ficar uma massa homogênea.
A cola de polvilho é feita cozinhando numa panela, em fogo baixo, duas colheres de sopa polvilho com água suficiente, para engrossar como um mingau.

quinta-feira, 8 de março de 2012

Estamparia em Garrafas PET

Utilizadas principalmente por indústrias de refrigerantes e sucos, as garrafas PETs movimentam hoje um mercado que produz cerca de 9 bilhões de unidades anualmente só no Brasil, das quais 53% não são reaproveitadas. Com isso, cerca de 4,7 bilhões de unidades por ano são descartadas na natureza, contaminando rios, indo para lixões ou mesmo espalhadas por terrenos vazios. Entre 1995 e 2005, a produção de PET, o plástico politereftalato de etila, para a fabricação de garrafas subiu de 120 mil toneladas para cerca de 374 mil toneladas, alavancada principalmente pela indústria de refrigerante. 

Tendo em vista isso, esse trabalho é realizado além de usar garrafas há uma arte de tintas específicas para plásticos que serve como objetos de decoração.

Fica a dica e as fotos também!





quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Transformação


Estudos revelam que o saco plástico que você pega no supermercado e depois joga no lixo ficará na natureza por 450 anos. Preocupado com essa estatística, estou desenvolvendo técnica de estamparia em embalagens pláticas como caixas e pacotes de café e leite no sentido de contribuir para um meio ambiente mais sustentável.



Para fazer as embalagens e demais produtos, foi utilizada a técnica de marmorização com o uso de sacos plásticos, tinta esmalte sintética, verniz dentre outros matérias para o acabamento.











Antes e depois:

 Embalagem de leite se transforma em sacolas estampadas.
















Pacote de leite que viram estojo escolar. 




Embalagem de café, transforma-se em estojo escolar.


















Caso queira aprender a técnica, entre em contato pelo seguinte endereço eletrônico: manoelseverino2004@ig.com.br

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Fotos: Materiais Recicláveis


Bijuteria feita com garrafas PET marmorizada e Papelão.



Embalagens feita com caixa de leite.


Embalagens feita com saco de leite e de café.





Garrafas PET e saco de café marmorizados.

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

MEIO AMBIENTE

ICA – Instituto de Ciências Ambientais criando em 20/02/2010 CNPJ 11.975.252-0001-52, é uma instituição sem fins lucrativos que tem por finalidade o desenvolvimento e apoio as atividades que visem a conservação do meio ambiente e dos recursos naturais. O ICA tem a missão de promover na sociedade a elevação da consciência ecológica, desenvolvendo a educação ambiental junto a população visando reduzir as agressões a biodiversidade, estimulando o surgimento de uma visão conservacionista, e de respeito á natureza. Está instituição poderá propor instrumentos jurídicos e políticos que viabilizem a gestão sustentável dos ambientes urbanos ou rurais, e elaborar junto aos órgãos Municipais, Estaduais, ou Federais, meio de minimização da pobreza rural, elevação da qualidade de vida e fixação do homem no campo, contribuindo para a segurança alimentar através do incentivo e apoio técnico a agropecuária sustentável, ocupando-se também da melhoria habitacional.

Sebastiana Oliveira
Assistente Social do ICA