quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Casa da Cultura de Teresina


A Casa da Cultura de Teresina, inaugurada em 12 de agosto de 1994, ocupa uma edificação construída entre 1870 e 1880, pelo Sr. João do Rego Monteiro, o Barão de Gurguéia (1809-1897), para sua residência e família. Segundo historiadores, além de residência, a casa serviu também como quartel e enfermaria.
Entre 1906 e 1911, o Monsenhor Joaquim d’Almeida instalou um Seminário no prédio e, em 1913, os herdeiros do Barão venderam o prédio para a Diocese de Teresina, que deu continuidade ao Seminário.
Depois de fechado, o casarão foi transformado em residência episcopal, tendo sofrido algumas alterações na fachada principal, na gestão de D. Otaviano Pereira de Albuquerque. Seu substituto, D. Severino Vieira de Melo, reabriu o Seminário, construindo um anexo par sua residência, no estilo do prédio original. Com a transferência do Seminário para outro local, nele passou a funcionar, por vários anos, a sede do Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (DNOCS) no Piauí, para depois abrigar, também por longo período, o Colégio Pedro II, que fez diversas modificações no prédio. Em 1986, foi tombado pelo Departamento do Patrimônio Histórico, Artístico e Natural do Piauí.
O prédio é um dos mais bonitos exemplares da arquitetura eclética piauiense da segunda metade do século XIX, com aplicação das tradicionais ogivas nas portas e janelas.
Em 1993, iniciaram-se as obras de restauro do prédio através de convenio firmado entre a Prefeitura de Teresina e o Governo do Estado do Piauí. O pavimento superior foi cedido, pelo prazo de vinte anos em forma de comodato, pela Arquidiocese de Teresina à Prefeitura, que alugou o pavimento térreo para complementar a ocupação do edifício. Assim, em 1994, após restaurada, foi inaugurada a Casa da Cultura de Teresina no imponente casarão da Praça Saraiva, pelo Governador Guilherme Melo e Prefeito Wall Ferraz.
Objetivando preservar, promover e divulgar a cultura do Estado e especialmente a do município, a Casa da Cultura proporciona a estudantes, pesquisadores, turistas e a comunidade em geral a oportunidade de ampliar seu conhecimento, através de visitas a seu acervo museológico, de consulta às fontes de pesquisa bibliográficas e arquivísticas, da formação cultural e do lazer por meio de cursos, oficinas de arte e outras atividades culturais.


A Casa da Cultura de Teresina abriga:
Biblioteca Jornalista Carlos Castello Branco: com acervo de 4.927 livros e 918 periódicos;
Biblioteca de Artes Wall Ferraz: acervo em torno de 1.500 livros e mais de 300 periódicos;
Museu com o seguinte acervo:
- Mostra de Geologia, Paleontologia e Numismática;
- Coleção Fotográfica José Medeiros - arquivo fotográfico, livros, recortes de periódicos, troféus, telas, cartografia, objetos indígenas, objetos de trabalho e pessoais do fotógrafo e cineasta,;
- Coleção Carlos Castello Branco - com homenagens, livros, periódicos e objetos pessoais do jornalista, como o fardão da Academia Brasileira de Letras;
- Coleção Arquidiocese de Teresina, objetos sacros, oratórios e paramentos;
- Coleção Historiador Josias Clarence Carneiro da Silva - objetos sacros, mobiliário, porcelanas e instrumentos musicais;
- Coleção Professor Noé Mendes de Oliveira- objetos sacros.
- Memorial Professor Wall Ferraz - biografias, fotos, homenagens e objetos pessoais;
- Galeria de Artes Lucílio Albuquerque
- Auditório Professor Clemente Fortes - com 60 lugares
- Sala de Artes Cênicas
- Sala de Vídeo - com 50 lugares e uma videoteca abrangendo documentário, filmes de longa e curta metragem e clipes.
- Sala de Artes Plásticas
- Varandão Cultural
- Pátio com palco a céu aberto

Brincadeiras Infatins

Quem já foi criança conhece as brincadeiras de pega-pega, pular corda, amarelinha e histórias de conto como a da bruxa venenosa. Essas brincadeiras que tratam do mundo imaginário infantil são importantes para o aprendizado e manifestam o contato direto com hábitos e valores sociais.

O que parece uma simples brincadeira é a forma mais direta de transmitir conhecimento de uma geração a outra. “As brincadeiras têm uma função importante de mediar o faz de conta com a realidade, de forma lúdica, e assim aprender brincando”, explica a tutora de educação física do Portal Educação, Bruna Morais.

A escola tem papel fundamental nesse processo. Reunidos em grupos podem exercitar, tomar decisões e fazer descobertas emocionais e físicas. A sala de aula e os cômodos da escola auxiliam nos exercícios. Caso os alunos estejam em férias, os pais podem ajudar promovendo brincadeiras entre os amigos, vizinhos ou parentes.

Segundo a educadora física, muitas crianças não têm noção da importância das atividades “por isso a importância de oferecer essas atividades (brincadeiras) nas escolas”, salienta a tutora Morais.


Abaixo algumas dessas brincadeiras:




quarta-feira, 30 de maio de 2012

Artesanato IV


                 Bode





*JATOBÁ, PREGO tamanho médio ou PÁLITO DE ESPETO.











*Sobre o Jatobá:


"Jatobá" é oriundo do tupi yata'wá. "Jataí" deriva do tupi yata'i. "Jutaí" é oriundo do tupiyuta'i. "Pão-de-ló-de-mico" é uma referência ao pó no interior de seu fruto, que se parece com o pão de ló e que costuma ser consumido pelos micos.

Com altura entre quinze e trinta metros (até 45 metros na Amazônia) e um tronco que pode ultrapassar um metro de diâmetro, suas folhas têm dois folíolos brilhantes com de seis a catorze centímetros de comprimento.
Há registros de exemplares, na Amazônia e no Rio de Janeiro, com altura de quarenta metros e diâmetro maior que três metros. A chamada "árvore de Martius", encontrada por este pesquisador na Amazônia, tinha altura estimada em trinta metros, diâmetro de oito metros, idade entre 2 000 e 4 000 anos e talvez fosse um jatobá.

O fruto é um legume indeiscente, de casca bastante dura. Cada legume costuma ter duas sementes e é preenchido por um pó amarelado de forte cheiro, comestível, com grande concentração de ferro, indicado para anemias crônicas. Doces feitos com esta farinha eram muito comuns até o século XIX.


FONTE: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Artesanato III


Galinhas





CABAÇA, GARRAFA pet e  COCO da praia seco.


Artesanato II



Jacaré

GARRAFA pet e PAPELÃO.





Artesanato I


Lagarto




Artesanato feito com CONE de linha e PAPELÃO.

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Artesanato feito com Papelão.

 A História do Papelão Ondulado desde suas origens até os dias atuais





Entre as curiosidades históricas do produto, usado há mais de 100 anos, está sua ingênua, porém, engenhosa construção, que permanece moderna e inovadora até hoje.

1856 - Dois ingleses obtiveram a patente para o primeiro uso conhecido do papelão ondulado como proteção interna de chapéus. Naquele ano surgiu também a primeira "onduladeira", muito simples, com dois rolos ondulados, operados manualmente.

1871 - A primeira utilização do papelão ondulado como embalagem, foi quando o americano Albert L. Jones obteve a patente para envolver produtos frágeis, como garrafas, em embalagens produzidas com esta matéria-prima.

1881- Foi criada a primeira single facer motorizada, que foi introduzida na Inglaterra em 1883; na Alemanha em 1886; e na França em 1888.

1895 - A primeira onduladeira conhecida foi projetada por Jefferson T. Ferres, da empresa Sefton Manufacturing Co.

1903 - Um produtor de cereais usou pela primeira vez uma caixa de papelão ondulado em parede simples (capa/miolo/capa), conseguindo a aprovação oficial deste tipo de embalagem de transporte.

1952 - Foi constituída a FEFCO - European Federation of Corrugated Board Manufacturers.



No Brasil

1935 - A primeira fábrica de papelão ondulado foi constituída pelos Srs. João Costa e Ribeiro, que introduziram no nosso mercado o ondulado parede simples, até então importado da Alemanha. A produção de embalagens de papelão ondulado mostrou um rápido crescimento, acompanhando a Revolução Industrial e respondendo à pronta demanda por mais embalagens de transporte, caminhando paralelamente às atividades econômicas.

1974 - Foi fundada a nossa
ABPO - Associação Brasileira do Papelão Ondulado.
No seu primeiro Anuário Estatístico, a ABPO apontava que a produção de papelão ondulado no Brasil havia crescido de 220 mil toneladas, em 1970, para 500 mil toneladas, em 1974.

1987 - Manual de Controle de Qualidade que tem servido a usuários e fabricantes de embalagens e produtos de papelão ondulado.

1999 - Glossário sobre Papelão Ondulado, que é de grande valia como instrumento de consulta aos profissionais do setor e aos usuários de embalagens de papelão ondulado.

2002 - Folder Meio Ambiente, Informativo sobre a contribuição das embalagens de Papelão Ondulado à proteção ambiental.

2003 - Cartilha Papelão Ondulado - Conheça a produção e os cuidados com o papelão ondulado.


Desde o final do século XIX, muitas mudanças têm ocorrido, e um notável progresso foi alcançando, conseguido na melhoria da matéria-prima, nos equipamentos, dos processos de produção e nas técnicas de impressão da embalagem de papelão ondulado.

Alguns exemplos são destacados a seguir: o número de gramaturas do papel usado para produzir papelão ondulado aumenta continuamente. Com isso, são inúmeras as possibilidades de combinação de diferentes papéis para capas e miolo; a produção e a produtividade da indústria de papelão ondulado têm crescido rapidamente. O mesmo vem ocorrendo com as linhas de envasamento dos usuários de papelão ondulado; a informática tem revolucionado a indústria, permitindo produções contínuas e agilizando o trabalho do departamento de desenvolvimento de embalagens e o processamento de pedidos.

Tais avanços, naturalmente, não chegaram ao fim, pois, a Era da Tecnologia da lnformação está apenas começando: na última década, as novas técnicas de impressão trouxeram as maiores mudanças. Por exemplo: o código de barras para identificação de produtos exigiu significativa melhoria da impressão das embalagens de papelão ondulado: as chamadas "micro-micro" ondas e papéis de alta qualidade têm possibilitado impressões cada vez mais sofisticadas. o que tem sido a porta de entrada do uso do papelão ondulado como embalagem primária.

2007 - Manual Hortifrutícola - Instruir o usuário de embalagem a preservar a qualidade dos produtos até o consumidor final.

FONTE: http://www.abpo.org.br/historia.php

segunda-feira, 26 de março de 2012

A Arte em Papel Machê.

Fonte: Wikipédia.


Palavra originada do francês papier mâché, que significa papel picado, amassado e esmagado, é uma massa feita com papel picado embebido na água, coado e depois misturado com cola e farinha de trigo. Com esta massa é possível moldar objetos em diferentes formatos, utilitários ou decorativos.
A massa deve ser usada no máximo de um dia para outro mas, se guardada em um pote plástico na geladeira, ela pode ser conservada por meses.


A arte do papel machê se desenvolveu na China, por volta de dois séculos antes de Cristo, e também em regiões das antigas Pérsia e Índia.
Na Europa, o papel machê foi utilizado para criar objetos decorativos primeiramente na França e depois na Inglaterra. Na Itália, a massa era utilizada na e execução das famosas máscaras do Carnaval, em Veneza. Na Noruega foi construída uma igreja toda feita em papel machê, e que durou 37 anos em ótimas condições, tendo sido demolida posteriormente.


Como preparar a Massa do papel machê:
§                    Água;
§                    Bacia e um balde;
§                    Peneira ou escorredor;
§                    Liquidificador;
§                    100 g de cola branca (ou mais, dependendo da quantidade de papel que você vai produzir);
§                    Farinha de trigo sem fermento;
§                    Uma xícara pequena de vinagre - opcional.

Modo de Preparo: 
O papel deve ser picado e deixado de molho até amolecer. No dia seguinte, coloca água no liquidificador de água e colocar um pouco do papel, na proporção de mais ou menos três partes de água para uma parte de papel. Bater por dez segundos, desligar, esperar um minuto e bater novamente por mais dez segundos. Depois, despejar a massa numa peneira e espremer até sair todo o excesso de água. Esfarelar a massa e espalhar numa bacia, misturar a cola branca, o vinagre e a farinha de trigo, até ficar uma massa homogênea.
A cola de polvilho é feita cozinhando numa panela, em fogo baixo, duas colheres de sopa polvilho com água suficiente, para engrossar como um mingau.

quinta-feira, 8 de março de 2012

Estamparia em Garrafas PET

Utilizadas principalmente por indústrias de refrigerantes e sucos, as garrafas PETs movimentam hoje um mercado que produz cerca de 9 bilhões de unidades anualmente só no Brasil, das quais 53% não são reaproveitadas. Com isso, cerca de 4,7 bilhões de unidades por ano são descartadas na natureza, contaminando rios, indo para lixões ou mesmo espalhadas por terrenos vazios. Entre 1995 e 2005, a produção de PET, o plástico politereftalato de etila, para a fabricação de garrafas subiu de 120 mil toneladas para cerca de 374 mil toneladas, alavancada principalmente pela indústria de refrigerante. 

Tendo em vista isso, esse trabalho é realizado além de usar garrafas há uma arte de tintas específicas para plásticos que serve como objetos de decoração.

Fica a dica e as fotos também!