quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Cabeça de Cuia: A Lenda

A lenda do Cabeça de Cuia, assim como quase todas as lendas que fantasiam e atraem a imaginação do povo brasileiro, é contada de várias formas e possui várias versões, e a cada pessoa que a estória é passada, transmite-se novos fatores que acabam por afastar da realidade a verdade sobre a lenda. O Portal Cabeça de Cuia, após grande pesquisa, traz o relato mais próximo do que teria sido a maior das lendas do Piauí: 

Crispim era um jovem rapaz, originário de uma família muito pobre, que vivia na pequena Vila do Poti (hoje, Poti Velho, bairro da zona norte de Teresina). Seu pai, que era pescador, morreu muito cedo, deixando o pequeno Crispim e sua velha mãe, uma senhora doente, sem nenhuma fonte de sustento. Sendo assim, Crispim teve que começar a trabalhar ainda jovem, também como pescador. 

Um dia, Crispim foi a uma de suas pescarias, mas, por azar, não conseguiu pescar absolutamente nada. De volta à sua casa, descobriu que sua mãe havia feito para o seu almoço apenas uma comida rala, acompanhado de um suporte de boi (osso da canela do boi). Como Crispim jazia de fome e raiva, devido à pescaria fracassada, enfureceu-se com a miséria daquela comida e decidiu vingar-se da mãe por estarem naquela situação. Então, em um ato rápido e violento, o jovem golpeou a cabeça da mãe, a deixando a beira da morte. Dizem, até mesmo, que de onde deveria sair o tutano do osso do boi, escorria apenas o sangue da mãe de Crispim. 

Porém, a velha senhora, antes de falecer, rogou uma maldição contra seu filho, que lhe foi atendida. A maldição rezava que Crispim transformasse-se em um monstro aquático, com a cabeça enorme no formato de uma cuia, que vagaria dia e noite e só se libertaria da maldição após devorar sete virgens, de nome Maria. 

Com a maldição, Crispim enlouquecera, numa mistura de medo e ódio, e correu ao rio Parnaíba, onde se afogou. Seu corpo nunca foi encontrado e, até hoje, as pessoas mais antigas proíbem suas filhas virgens de nome Maria de lavarem roupa ou se banharem nas épocas de cheia do rio. Alguns moradores da região afirmam que o Cabeça de Cuia, além de procurar as virgens, assassina os banhistas do rio e tenta virar embarcações que passam pelo rio. 

Outros também afirmam que Crispim ou, o Cabeça de Cuia, procura as mulheres por achar que elas, na verdade, são sua mãe, que veio ao rio Parnaíba para lhe perdoar. Mas, ao se aproximar, e se deparar com outra mulher, ele se irrita novamente e acaba por matar as mulheres. 

O Cabeça de Cuia, até hoje, não conseguiu devorar nem uma virgem de nome Maria. 

Em 2003, foi instituido pela Prefeitura Municipal de Teresina, o Dia do Cabeça de Cuia, para ser comemorado na última sexta-feira do mês de abril. 

Colagens – A Arte de Juntar Pedaços


Colagem é a composição feita a partir do uso de matérias de diversas texturas, ou não, superpostas ou colocadas lado a lado, na criação de um motivo ou imagem. Foi utilizada por Picasso  e Georges Braque, entre outros. Ela é uma técnica não muito antiga, criativa e bem divertida, que tem por procedimento juntar numa mesma imagem outras imagens de origens diferentes.


A colagem já era conhecida antes do Século XX, mas era considerada uma brincadeira de crianças. O cubismo foi o primeiro movimento artístico a utilizar colagem. Os cubistas colavam pedaços de jornal ou impressos em suas pinturas. A colagem como procedimento técnico tem uma história antiga, mas sua incorporação na arte do século XX, com o cubismo, representa um ponto de inflexão na medida em que liberta o artista do jugo da superfície. Ao abrigar no espaço do quadro elementos retirados da realidade - pedaços de jornal e papéis de todo tipo, tecido, madeira, objeto e outros -, a pintura passa a ser concebida como construção sobre um suporte, o que dificulta o estabelecimento de fronteiras rígidas entre pintura e escultura.





Os 5 Rs da educação ambiental em Ação


Conheça a seguir os 5 Rs, ações práticas que, no dia a dia, podem propiciar a redução do nosso impacto sobre o planeta, melhorando a vida atual e contribuindo com a qualidade de vida das próximas gerações. Se. você já pratica alguma delas, lembre-se que é sempre possível disseminar e fazer mais.
Repensar os hábitos de consumo e descarte
Pense na real necessidade da compra daquele produto, antes de comprá-lo. Depois de consumi-lo, pratique a coleta seletiva, separando embalagens, matéria orgânica e óleo de cozinha usado. Jogue no lixo apenas o que não for reutilizável ou reciclável. Evite o desperdício de alimentos. Use produtos de limpeza biodegradáveis. Adquira produtos recicláveis ou produzidos com matéria-prima reciclada (durável e resistente). Prefira embalagens de papel e papelão. Utilize lâmpadas econômicas e pilhas recarregáveis ou alcalinas. Mude seus hábitos de consumo e descarte.
 
Recusar produtos que prejudicam o meio ambiente e a saúde
Compre apenas produtos que não agridem o meio ambiente e a saúde. Fique atento ao prazo de validade e nas empresas que têm compromissos com a ecologia.
Evite o excesso de sacos plásticos e embalagens. Tenha sempre uma sacola de pano para transportar suas compras. Evite comprar aerossóis e lâmpadas fluorescentes, bem como produtos e embalagens não recicláveis e descartáveis. Radicalize!
Reduzir o consumo desnecessário
Esta prática significa consumir menos produtos, dando preferência aos que tenham maior durabilidade e, portanto, ofereçam menor potencial de geração de resíduos e de desperdício de água, energia e recursos naturais. Adote a prática do refil. Escolha produtos com menos embalagens ou embalagens econômicas, priorizando as retornáveis. Leve sua sacola para as compras e adquira produtos a granel. Faça   bijouterias,   brinquedos   e   presentes personalizados reutilizando materiais. Invente novas receitas e reaproveite de forma integral os alimentos. Alugue equipamentos. Edite textos na tela do computador e, quando não for possível evitar a cópia ou a impressão, faça-as frente e verso. Diga não ao consumismo: sua prosperidade agradece.
Reutilizar e recuperar ao máximo an¬tes de descartar
Amplie a vida útil dos produtos e do aterro sanitário, economizando a extração de matérias-primas virgens.
Crie produtos artesanais e alternativos a partir da reutilização de embalagens de papel, vidro, plástico, metal, isopor e CDs. Utilize os dois lados do papel e monte blocos de papel-rascunho. Ofereça vários tipos de oficinas de sucata. Doe objetos que possam servir a outras pessoas.
Reciclar materiais
O processo de reciclagem reduz a pressão sobre os recursos naturais, economiza água, energia, gera trabalho e renda para milhares de pessoas. Seja no mercado formal ou informal de trabalho.
Exercite os quatro primeiros Rs e, o que restar, separe para a coleta seletiva das embalagens de vidros, plásticos, metais, papéis, longa vida, isopor, óleo de cozinha usado, cartuchos de impressoras, pilhas, baterias, CDs, DVDs, radiografias e alimentos. A reciclagem promove benefícios ambientais, sociais e econômicos.


Texto extraído do Manual de Atividades para o Professor da Coleção Consumo Sustentável em Ação. Uma iniciativa da 5Elementos.

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Fotos de produtos Artesanais exposto dia 05/12/12, na casa da Cultura de Teresina-Pi.
Lembrando que os Trabalhos aqui expostos, foram confeccionados, com materiais alternativos e diversos, por meus alunos orientados por mim.

























terça-feira, 6 de novembro de 2012

Artista Plástico Manoel Severino concede entrevista ao Programa Talentos do Piauí

O Arte Educador Manoel Severino, concedeu uma entrevista ao "Programa Talentos do Piauí" da TV Cidade Verde que destaca peças artesanais feitos com o fruto jatobá. 




Confira a baixo a entrevista completa.



Como funciona a Compra e venda de produtos da agricultura familiar?


Acompanhe o passo a passo.


1º passo – Mapeamento dos produtos da agricultora familiar
Secretaria de Educação deve solicitar à Secretaria de Agricultura, à Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural local e ao Sindicato dos Trabalhadores Rurais, quando houver, um mapeamento conjunto dos produtos da agricultura familiar local (produto, quantidade e época da colheita).
Responsáveis por essa etapaSecretarias de Educação.
2º passo – Construção do cardápio
De posse do mapeamento dos produtos da agricultura familiar, os cardápios da alimentação escolar deverão ser elaborados pelo nutricionista responsável. Este deverá utilizar alimentos básicos, respeitando as referências nutricionais, a cultura alimentar local, levando sempre em conta a diversificação agrícola da região e sua sazonalidade, uma alimentação saudável e adequada, além da sustentabilidade.
Além de alimentos in natura, podem ser adquiridos também alimentos industrializados para a alimentação escolar, por exemplo, pães, bolos, sucos, doces, entre vários outros.
Os cardápios deverão oferecer, no mínimo, três porções de frutas e hortaliças por semana.
Responsáveis por essa etapa: nutricionistas.
O que devem fazer: concluido o cardápio, o nutricionista deve informar à entidade executora a demanda, especificando quais os produtos e a quantidade de cada um.
3º passo – Chamada Pública
As entidades executoras (Secretarias Estaduais de Educação, prefeituras ou escolas) deverão publicar, por meio de Chamada Pública (que é modalidade de edital relativo à agricultura familiar), em jornal de circulação local, regional, estadual ou nacional, em página na internet e na forma de mural em local público de ampla circulação, quais os alimentos e a quantidade de cada um deles que desejam adquirir da agricultura familiar para alimentação escolar. Além disso, pode-se usar outros meios de divulgação como, por exemplo, as rádios comunitárias e a Rede Brasil Rural.
Responsáveis por essa etapa: Entidades Executoras
O que devem fazer: respeitar todos os princípios do art. 37 da Constituição Federal, como a legalidade, impessoalidade, a moralidade, a publicidade e a eficiência; • fornecer informações suficientes para que os fornecedores apresentem corretamente os projetos de venda: tipos de produtos, cronograma das entregas (periodicidade, início e fim do fornecimento, entre outros), locais das entregas e quantidades; • ter uma Chamada Pública que deve, sempre, visar o interesse público. Todos os critérios para garantir a lisura do processo devem ser garantidos como, por exemplo, manter os envelopes lacrados até o momento da abertura pública.
4º passo - Projeto de Venda 
É o documento que formaliza o interesse dos agricultores familiares em vender para a Alimentação Escolar. O projeto de venda de gêneros alimentícios da agricultura familiar para a alimentação escolar deverá ser elaborado pelo grupo formal ou pelo grupo informal (assessorado pela entidade articuladora), sempre de acordo com a Chamada Pública. Devem assinar o documento o representante do grupo formal e os agricultores fornecedores do grupo informal. 

A entrega do projeto de venda deve ser feita pelos grupos à Entidade Executora, acompanhado da documentação de habilitação dos fornecedores exigida: 
Grupos informais: 
Extrato da Declaração de Aptidão ao Pronaf (DAP) de cada agricultor participante, CPF e Projeto de Venda. 

Grupos formais: 
Extrato da Declaração de Aptidão ao Pronaf (DAP) jurídica, CNPJ, cópias das certidões negativas junto ao INSS, FGTS, Receita Federal e Dívidas Ativas da União, cópia do estatuto e Projeto de Venda. 

Responsáveis por essa etapa: Agricultores familiares organizados em grupo formal e/ou grupo informal. 

Modelo de Projeto de Venda 
Vale ficar atento à data limite para entrega!
5º passo – seleção dos projetos de venda
A seleção dos projetos de venda será realizada pela entidade executora e terão prioridade, nesta ordem, os projetos do município, da região, do território rural, do estado e do país. Têm prioridade, também, os assentamentos da reforma agrária, as comunidades tradicionais indígenas e quilombolas.
O limite individual de venda por agricultor familiar é de R$ 20 mil por DAP/ano.
Os produtos da agricultura familiar devem atender o que determina a legislação sanitária, que normatiza o registro dos produtos e empreendimentos no Serviço de Inspeção Federal – SIF; no Serviço de Inspeção Estadual – SIE; no Serviço de Inspeção Municipal – SIM; no Serviço de Inspeção Vegetal/MAPA; e na Vigilância Sanitária.
Responsáveis por essa etapa: Entidades Executoras
6º passo – Assinatura do contrato
O contrato estabelece o cronograma de entrega dos produtos, a data de pagamento aos agricultores familiares e todas as cláusulas de compra e venda. Este deverá ser assinado pela Entidade Executora, pela cooperativa ou associação (grupo formal) e/ou agricultores familiares (grupo informal).
É importante entender todo o contrato, pois ele é o acordo que deverá ser cumprido.  O contrato é que garante a segurança aos compradores e vendedores.
 • Modelo de contrato de aquisição de gêneros alimentícios
7º passo – Execução 
O início da entrega dos produtos será de acordo com o cronograma previsto no contrato. Quando isso ocorre, o representante da entidade executora e do grupo fornecedor deverá assinar o Termo de Recebimento da Agricultura Familiar, além da ciência da entidade articuladora, no caso dos grupos informais.
Esse termo atesta que os produtos entregues estão de acordo com o contrato e com os padrões de qualidade exigidos.
Documento fiscal exigido:
• nota do produtor rural (bloco do produtor) ou;
• nota avulsa ou;
• nota fiscal (podendo ser na versão eletrônica).

A emissão de documentos fiscais varia de Estado para Estado. Para saber qual documento fiscal é exigido em seu Estado, consulte a Secretaria Municipal de Agricultura ou a Delegacia Estadual do MDA ou uma Empresa Estadual de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater).
A Entidade Executora fará o pagamento de acordo com previsto em contrato.

FONTE: FETRAF - Federação dos Trabalhadores da Agricultura Familiar.




quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Recorte em papelão

Trabalho feito por crianças do Escolão do parque Itararé.





Casa da Cultura de Teresina


A Casa da Cultura de Teresina, inaugurada em 12 de agosto de 1994, ocupa uma edificação construída entre 1870 e 1880, pelo Sr. João do Rego Monteiro, o Barão de Gurguéia (1809-1897), para sua residência e família. Segundo historiadores, além de residência, a casa serviu também como quartel e enfermaria.
Entre 1906 e 1911, o Monsenhor Joaquim d’Almeida instalou um Seminário no prédio e, em 1913, os herdeiros do Barão venderam o prédio para a Diocese de Teresina, que deu continuidade ao Seminário.
Depois de fechado, o casarão foi transformado em residência episcopal, tendo sofrido algumas alterações na fachada principal, na gestão de D. Otaviano Pereira de Albuquerque. Seu substituto, D. Severino Vieira de Melo, reabriu o Seminário, construindo um anexo par sua residência, no estilo do prédio original. Com a transferência do Seminário para outro local, nele passou a funcionar, por vários anos, a sede do Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (DNOCS) no Piauí, para depois abrigar, também por longo período, o Colégio Pedro II, que fez diversas modificações no prédio. Em 1986, foi tombado pelo Departamento do Patrimônio Histórico, Artístico e Natural do Piauí.
O prédio é um dos mais bonitos exemplares da arquitetura eclética piauiense da segunda metade do século XIX, com aplicação das tradicionais ogivas nas portas e janelas.
Em 1993, iniciaram-se as obras de restauro do prédio através de convenio firmado entre a Prefeitura de Teresina e o Governo do Estado do Piauí. O pavimento superior foi cedido, pelo prazo de vinte anos em forma de comodato, pela Arquidiocese de Teresina à Prefeitura, que alugou o pavimento térreo para complementar a ocupação do edifício. Assim, em 1994, após restaurada, foi inaugurada a Casa da Cultura de Teresina no imponente casarão da Praça Saraiva, pelo Governador Guilherme Melo e Prefeito Wall Ferraz.
Objetivando preservar, promover e divulgar a cultura do Estado e especialmente a do município, a Casa da Cultura proporciona a estudantes, pesquisadores, turistas e a comunidade em geral a oportunidade de ampliar seu conhecimento, através de visitas a seu acervo museológico, de consulta às fontes de pesquisa bibliográficas e arquivísticas, da formação cultural e do lazer por meio de cursos, oficinas de arte e outras atividades culturais.


A Casa da Cultura de Teresina abriga:
Biblioteca Jornalista Carlos Castello Branco: com acervo de 4.927 livros e 918 periódicos;
Biblioteca de Artes Wall Ferraz: acervo em torno de 1.500 livros e mais de 300 periódicos;
Museu com o seguinte acervo:
- Mostra de Geologia, Paleontologia e Numismática;
- Coleção Fotográfica José Medeiros - arquivo fotográfico, livros, recortes de periódicos, troféus, telas, cartografia, objetos indígenas, objetos de trabalho e pessoais do fotógrafo e cineasta,;
- Coleção Carlos Castello Branco - com homenagens, livros, periódicos e objetos pessoais do jornalista, como o fardão da Academia Brasileira de Letras;
- Coleção Arquidiocese de Teresina, objetos sacros, oratórios e paramentos;
- Coleção Historiador Josias Clarence Carneiro da Silva - objetos sacros, mobiliário, porcelanas e instrumentos musicais;
- Coleção Professor Noé Mendes de Oliveira- objetos sacros.
- Memorial Professor Wall Ferraz - biografias, fotos, homenagens e objetos pessoais;
- Galeria de Artes Lucílio Albuquerque
- Auditório Professor Clemente Fortes - com 60 lugares
- Sala de Artes Cênicas
- Sala de Vídeo - com 50 lugares e uma videoteca abrangendo documentário, filmes de longa e curta metragem e clipes.
- Sala de Artes Plásticas
- Varandão Cultural
- Pátio com palco a céu aberto

Brincadeiras Infatins

Quem já foi criança conhece as brincadeiras de pega-pega, pular corda, amarelinha e histórias de conto como a da bruxa venenosa. Essas brincadeiras que tratam do mundo imaginário infantil são importantes para o aprendizado e manifestam o contato direto com hábitos e valores sociais.

O que parece uma simples brincadeira é a forma mais direta de transmitir conhecimento de uma geração a outra. “As brincadeiras têm uma função importante de mediar o faz de conta com a realidade, de forma lúdica, e assim aprender brincando”, explica a tutora de educação física do Portal Educação, Bruna Morais.

A escola tem papel fundamental nesse processo. Reunidos em grupos podem exercitar, tomar decisões e fazer descobertas emocionais e físicas. A sala de aula e os cômodos da escola auxiliam nos exercícios. Caso os alunos estejam em férias, os pais podem ajudar promovendo brincadeiras entre os amigos, vizinhos ou parentes.

Segundo a educadora física, muitas crianças não têm noção da importância das atividades “por isso a importância de oferecer essas atividades (brincadeiras) nas escolas”, salienta a tutora Morais.


Abaixo algumas dessas brincadeiras:




quarta-feira, 30 de maio de 2012

Artesanato IV


                 Bode





*JATOBÁ, PREGO tamanho médio ou PÁLITO DE ESPETO.











*Sobre o Jatobá:


"Jatobá" é oriundo do tupi yata'wá. "Jataí" deriva do tupi yata'i. "Jutaí" é oriundo do tupiyuta'i. "Pão-de-ló-de-mico" é uma referência ao pó no interior de seu fruto, que se parece com o pão de ló e que costuma ser consumido pelos micos.

Com altura entre quinze e trinta metros (até 45 metros na Amazônia) e um tronco que pode ultrapassar um metro de diâmetro, suas folhas têm dois folíolos brilhantes com de seis a catorze centímetros de comprimento.
Há registros de exemplares, na Amazônia e no Rio de Janeiro, com altura de quarenta metros e diâmetro maior que três metros. A chamada "árvore de Martius", encontrada por este pesquisador na Amazônia, tinha altura estimada em trinta metros, diâmetro de oito metros, idade entre 2 000 e 4 000 anos e talvez fosse um jatobá.

O fruto é um legume indeiscente, de casca bastante dura. Cada legume costuma ter duas sementes e é preenchido por um pó amarelado de forte cheiro, comestível, com grande concentração de ferro, indicado para anemias crônicas. Doces feitos com esta farinha eram muito comuns até o século XIX.


FONTE: Wikipédia, a enciclopédia livre.