Confira a baixo a entrevista completa.
terça-feira, 6 de novembro de 2012
Artista Plástico Manoel Severino concede entrevista ao Programa Talentos do Piauí
O Arte Educador Manoel Severino, concedeu uma entrevista ao "Programa Talentos do Piauí" da TV Cidade Verde que destaca peças artesanais feitos com o fruto jatobá.
Confira a baixo a entrevista completa.
Confira a baixo a entrevista completa.
Como funciona a Compra e venda de produtos da agricultura familiar?
Acompanhe o passo a passo.
1º passo – Mapeamento dos produtos da agricultora familiar
A Secretaria de Educação deve solicitar à Secretaria de Agricultura, à Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural local e ao Sindicato dos Trabalhadores Rurais, quando houver, um mapeamento conjunto dos produtos da agricultura familiar local (produto, quantidade e época da colheita).
Responsáveis por essa etapa: Secretarias de Educação.
2º passo – Construção do cardápio
De posse do mapeamento dos produtos da agricultura familiar, os cardápios da alimentação escolar deverão ser elaborados pelo nutricionista responsável. Este deverá utilizar alimentos básicos, respeitando as referências nutricionais, a cultura alimentar local, levando sempre em conta a diversificação agrícola da região e sua sazonalidade, uma alimentação saudável e adequada, além da sustentabilidade.
Além de alimentos in natura, podem ser adquiridos também alimentos industrializados para a alimentação escolar, por exemplo, pães, bolos, sucos, doces, entre vários outros.
Os cardápios deverão oferecer, no mínimo, três porções de frutas e hortaliças por semana.
Responsáveis por essa etapa: nutricionistas.
O que devem fazer: concluido o cardápio, o nutricionista deve informar à entidade executora a demanda, especificando quais os produtos e a quantidade de cada um.
3º passo – Chamada Pública
As entidades executoras (Secretarias Estaduais de Educação, prefeituras ou escolas) deverão publicar, por meio de Chamada Pública (que é modalidade de edital relativo à agricultura familiar), em jornal de circulação local, regional, estadual ou nacional, em página na internet e na forma de mural em local público de ampla circulação, quais os alimentos e a quantidade de cada um deles que desejam adquirir da agricultura familiar para alimentação escolar. Além disso, pode-se usar outros meios de divulgação como, por exemplo, as rádios comunitárias e a Rede Brasil Rural.
Responsáveis por essa etapa: Entidades Executoras
O que devem fazer: respeitar todos os princípios do art. 37 da Constituição Federal, como a legalidade, impessoalidade, a moralidade, a publicidade e a eficiência; • fornecer informações suficientes para que os fornecedores apresentem corretamente os projetos de venda: tipos de produtos, cronograma das entregas (periodicidade, início e fim do fornecimento, entre outros), locais das entregas e quantidades; • ter uma Chamada Pública que deve, sempre, visar o interesse público. Todos os critérios para garantir a lisura do processo devem ser garantidos como, por exemplo, manter os envelopes lacrados até o momento da abertura pública.
4º passo - Projeto de Venda
É o documento que formaliza o interesse dos agricultores familiares em vender para a Alimentação Escolar. O projeto de venda de gêneros alimentícios da agricultura familiar para a alimentação escolar deverá ser elaborado pelo grupo formal ou pelo grupo informal (assessorado pela entidade articuladora), sempre de acordo com a Chamada Pública. Devem assinar o documento o representante do grupo formal e os agricultores fornecedores do grupo informal.
A entrega do projeto de venda deve ser feita pelos grupos à Entidade Executora, acompanhado da documentação de habilitação dos fornecedores exigida:
Grupos informais:
Extrato da Declaração de Aptidão ao Pronaf (DAP) de cada agricultor participante, CPF e Projeto de Venda.
Grupos formais:
Extrato da Declaração de Aptidão ao Pronaf (DAP) jurídica, CNPJ, cópias das certidões negativas junto ao INSS, FGTS, Receita Federal e Dívidas Ativas da União, cópia do estatuto e Projeto de Venda.
Responsáveis por essa etapa: Agricultores familiares organizados em grupo formal e/ou grupo informal.
Modelo de Projeto de Venda
Vale ficar atento à data limite para entrega!
A entrega do projeto de venda deve ser feita pelos grupos à Entidade Executora, acompanhado da documentação de habilitação dos fornecedores exigida:
Grupos informais:
Extrato da Declaração de Aptidão ao Pronaf (DAP) de cada agricultor participante, CPF e Projeto de Venda.
Grupos formais:
Extrato da Declaração de Aptidão ao Pronaf (DAP) jurídica, CNPJ, cópias das certidões negativas junto ao INSS, FGTS, Receita Federal e Dívidas Ativas da União, cópia do estatuto e Projeto de Venda.
Responsáveis por essa etapa: Agricultores familiares organizados em grupo formal e/ou grupo informal.
Modelo de Projeto de Venda
Vale ficar atento à data limite para entrega!
5º passo – seleção dos projetos de venda
A seleção dos projetos de venda será realizada pela entidade executora e terão prioridade, nesta ordem, os projetos do município, da região, do território rural, do estado e do país. Têm prioridade, também, os assentamentos da reforma agrária, as comunidades tradicionais indígenas e quilombolas.
O limite individual de venda por agricultor familiar é de R$ 20 mil por DAP/ano.
Os produtos da agricultura familiar devem atender o que determina a legislação sanitária, que normatiza o registro dos produtos e empreendimentos no Serviço de Inspeção Federal – SIF; no Serviço de Inspeção Estadual – SIE; no Serviço de Inspeção Municipal – SIM; no Serviço de Inspeção Vegetal/MAPA; e na Vigilância Sanitária.
Responsáveis por essa etapa: Entidades Executoras
6º passo – Assinatura do contrato
O contrato estabelece o cronograma de entrega dos produtos, a data de pagamento aos agricultores familiares e todas as cláusulas de compra e venda. Este deverá ser assinado pela Entidade Executora, pela cooperativa ou associação (grupo formal) e/ou agricultores familiares (grupo informal).
É importante entender todo o contrato, pois ele é o acordo que deverá ser cumprido. O contrato é que garante a segurança aos compradores e vendedores.
• Modelo de contrato de aquisição de gêneros alimentícios
7º passo – Execução
O início da entrega dos produtos será de acordo com o cronograma previsto no contrato. Quando isso ocorre, o representante da entidade executora e do grupo fornecedor deverá assinar o Termo de Recebimento da Agricultura Familiar, além da ciência da entidade articuladora, no caso dos grupos informais.
Esse termo atesta que os produtos entregues estão de acordo com o contrato e com os padrões de qualidade exigidos.
Documento fiscal exigido:
• nota do produtor rural (bloco do produtor) ou;
• nota avulsa ou;
• nota fiscal (podendo ser na versão eletrônica).
A emissão de documentos fiscais varia de Estado para Estado. Para saber qual documento fiscal é exigido em seu Estado, consulte a Secretaria Municipal de Agricultura ou a Delegacia Estadual do MDA ou uma Empresa Estadual de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater).
A Entidade Executora fará o pagamento de acordo com previsto em contrato.
FONTE: FETRAF - Federação dos Trabalhadores da Agricultura Familiar.
quarta-feira, 1 de agosto de 2012
Casa da Cultura de Teresina
A Casa da Cultura de Teresina, inaugurada em 12 de agosto de 1994, ocupa uma edificação construída entre 1870 e 1880, pelo Sr. João do Rego Monteiro, o Barão de Gurguéia (1809-1897), para sua residência e família. Segundo historiadores, além de residência, a casa serviu também como quartel e enfermaria.
Entre 1906 e 1911, o Monsenhor Joaquim d’Almeida instalou um Seminário no prédio e, em 1913, os herdeiros do Barão venderam o prédio para a Diocese de Teresina, que deu continuidade ao Seminário.
Entre 1906 e 1911, o Monsenhor Joaquim d’Almeida instalou um Seminário no prédio e, em 1913, os herdeiros do Barão venderam o prédio para a Diocese de Teresina, que deu continuidade ao Seminário.
Depois de fechado, o casarão foi transformado em residência episcopal, tendo sofrido algumas alterações na fachada principal, na gestão de D. Otaviano Pereira de Albuquerque. Seu substituto, D. Severino Vieira de Melo, reabriu o Seminário, construindo um anexo par sua residência, no estilo do prédio original. Com a transferência do Seminário para outro local, nele passou a funcionar, por vários anos, a sede do Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (DNOCS) no Piauí, para depois abrigar, também por longo período, o Colégio Pedro II, que fez diversas modificações no prédio. Em 1986, foi tombado pelo Departamento do Patrimônio Histórico, Artístico e Natural do Piauí.
O prédio é um dos mais bonitos exemplares da arquitetura eclética piauiense da segunda metade do século XIX, com aplicação das tradicionais ogivas nas portas e janelas.
Em 1993, iniciaram-se as obras de restauro do prédio através de convenio firmado entre a Prefeitura de Teresina e o Governo do Estado do Piauí. O pavimento superior foi cedido, pelo prazo de vinte anos em forma de comodato, pela Arquidiocese de Teresina à Prefeitura, que alugou o pavimento térreo para complementar a ocupação do edifício. Assim, em 1994, após restaurada, foi inaugurada a Casa da Cultura de Teresina no imponente casarão da Praça Saraiva, pelo Governador Guilherme Melo e Prefeito Wall Ferraz.
Objetivando preservar, promover e divulgar a cultura do Estado e especialmente a do município, a Casa da Cultura proporciona a estudantes, pesquisadores, turistas e a comunidade em geral a oportunidade de ampliar seu conhecimento, através de visitas a seu acervo museológico, de consulta às fontes de pesquisa bibliográficas e arquivísticas, da formação cultural e do lazer por meio de cursos, oficinas de arte e outras atividades culturais.
A Casa da Cultura de Teresina abriga:
Em 1993, iniciaram-se as obras de restauro do prédio através de convenio firmado entre a Prefeitura de Teresina e o Governo do Estado do Piauí. O pavimento superior foi cedido, pelo prazo de vinte anos em forma de comodato, pela Arquidiocese de Teresina à Prefeitura, que alugou o pavimento térreo para complementar a ocupação do edifício. Assim, em 1994, após restaurada, foi inaugurada a Casa da Cultura de Teresina no imponente casarão da Praça Saraiva, pelo Governador Guilherme Melo e Prefeito Wall Ferraz.
Objetivando preservar, promover e divulgar a cultura do Estado e especialmente a do município, a Casa da Cultura proporciona a estudantes, pesquisadores, turistas e a comunidade em geral a oportunidade de ampliar seu conhecimento, através de visitas a seu acervo museológico, de consulta às fontes de pesquisa bibliográficas e arquivísticas, da formação cultural e do lazer por meio de cursos, oficinas de arte e outras atividades culturais.
A Casa da Cultura de Teresina abriga:
Biblioteca Jornalista Carlos Castello Branco: com acervo de 4.927 livros e 918 periódicos;
Biblioteca de Artes Wall Ferraz: acervo em torno de 1.500 livros e mais de 300 periódicos;
Museu com o seguinte acervo:
- Mostra de Geologia, Paleontologia e Numismática;
- Coleção Fotográfica José Medeiros - arquivo fotográfico, livros, recortes de periódicos, troféus, telas, cartografia, objetos indígenas, objetos de trabalho e pessoais do fotógrafo e cineasta,;
- Coleção Carlos Castello Branco - com homenagens, livros, periódicos e objetos pessoais do jornalista, como o fardão da Academia Brasileira de Letras;
- Coleção Arquidiocese de Teresina, objetos sacros, oratórios e paramentos;
- Coleção Historiador Josias Clarence Carneiro da Silva - objetos sacros, mobiliário, porcelanas e instrumentos musicais;
- Coleção Professor Noé Mendes de Oliveira- objetos sacros.
- Memorial Professor Wall Ferraz - biografias, fotos, homenagens e objetos pessoais;
- Galeria de Artes Lucílio Albuquerque
- Auditório Professor Clemente Fortes - com 60 lugares
- Sala de Artes Cênicas
- Sala de Vídeo - com 50 lugares e uma videoteca abrangendo documentário, filmes de longa e curta metragem e clipes.
- Sala de Artes Plásticas
- Varandão Cultural
- Pátio com palco a céu aberto
- Coleção Fotográfica José Medeiros - arquivo fotográfico, livros, recortes de periódicos, troféus, telas, cartografia, objetos indígenas, objetos de trabalho e pessoais do fotógrafo e cineasta,;
- Coleção Carlos Castello Branco - com homenagens, livros, periódicos e objetos pessoais do jornalista, como o fardão da Academia Brasileira de Letras;
- Coleção Arquidiocese de Teresina, objetos sacros, oratórios e paramentos;
- Coleção Historiador Josias Clarence Carneiro da Silva - objetos sacros, mobiliário, porcelanas e instrumentos musicais;
- Coleção Professor Noé Mendes de Oliveira- objetos sacros.
- Memorial Professor Wall Ferraz - biografias, fotos, homenagens e objetos pessoais;
- Galeria de Artes Lucílio Albuquerque
- Auditório Professor Clemente Fortes - com 60 lugares
- Sala de Artes Cênicas
- Sala de Vídeo - com 50 lugares e uma videoteca abrangendo documentário, filmes de longa e curta metragem e clipes.
- Sala de Artes Plásticas
- Varandão Cultural
- Pátio com palco a céu aberto
Brincadeiras Infatins
Quem já foi criança conhece as brincadeiras de pega-pega, pular corda, amarelinha e histórias de conto como a da bruxa venenosa. Essas brincadeiras que tratam do mundo imaginário infantil são importantes para o aprendizado e manifestam o contato direto com hábitos e valores sociais.
O que parece uma simples brincadeira é a forma mais direta de transmitir conhecimento de uma geração a outra. “As brincadeiras têm uma função importante de mediar o faz de conta com a realidade, de forma lúdica, e assim aprender brincando”, explica a tutora de educação física do Portal Educação, Bruna Morais.
A escola tem papel fundamental nesse processo. Reunidos em grupos podem exercitar, tomar decisões e fazer descobertas emocionais e físicas. A sala de aula e os cômodos da escola auxiliam nos exercícios. Caso os alunos estejam em férias, os pais podem ajudar promovendo brincadeiras entre os amigos, vizinhos ou parentes.
Segundo a educadora física, muitas crianças não têm noção da importância das atividades “por isso a importância de oferecer essas atividades (brincadeiras) nas escolas”, salienta a tutora Morais.
Abaixo algumas dessas brincadeiras:
O que parece uma simples brincadeira é a forma mais direta de transmitir conhecimento de uma geração a outra. “As brincadeiras têm uma função importante de mediar o faz de conta com a realidade, de forma lúdica, e assim aprender brincando”, explica a tutora de educação física do Portal Educação, Bruna Morais.
A escola tem papel fundamental nesse processo. Reunidos em grupos podem exercitar, tomar decisões e fazer descobertas emocionais e físicas. A sala de aula e os cômodos da escola auxiliam nos exercícios. Caso os alunos estejam em férias, os pais podem ajudar promovendo brincadeiras entre os amigos, vizinhos ou parentes.
Segundo a educadora física, muitas crianças não têm noção da importância das atividades “por isso a importância de oferecer essas atividades (brincadeiras) nas escolas”, salienta a tutora Morais.
Abaixo algumas dessas brincadeiras:
quarta-feira, 30 de maio de 2012
Artesanato IV
Bode
*JATOBÁ, PREGO tamanho médio ou PÁLITO DE ESPETO.
*Sobre o Jatobá:
"Jatobá" é oriundo do tupi yata'wá. "Jataí" deriva do tupi yata'i. "Jutaí" é oriundo do tupiyuta'i.
"Pão-de-ló-de-mico" é uma referência ao pó no interior de seu fruto,
que se parece com o pão de ló e que costuma ser consumido pelos micos.
Com altura entre quinze e trinta metros (até 45 metros na Amazônia) e
um tronco que pode ultrapassar um metro de diâmetro,
suas folhas têm dois folíolos brilhantes com de seis a catorze
centímetros de comprimento.
Há registros
de exemplares, na Amazônia e no Rio de
Janeiro, com altura de quarenta metros e diâmetro maior que três
metros. A chamada "árvore de Martius", encontrada
por este pesquisador na Amazônia,
tinha altura estimada em trinta metros, diâmetro de oito metros, idade entre 2
000 e 4 000 anos e talvez fosse um jatobá.
O fruto é um legume indeiscente, de casca bastante
dura. Cada legume costuma ter duas sementes e é preenchido por um pó amarelado
de forte cheiro, comestível, com grande concentração de ferro, indicado para anemias crônicas. Doces feitos com esta farinha eram muito
comuns até o século XIX.
FONTE: Wikipédia, a enciclopédia livre.
segunda-feira, 2 de abril de 2012
Artesanato feito com Papelão.
Entre as curiosidades históricas do produto, usado há mais de 100 anos, está sua ingênua, porém, engenhosa construção, que permanece moderna e inovadora até hoje. 1856 - Dois ingleses obtiveram a patente para o primeiro uso conhecido do papelão ondulado como proteção interna de chapéus. Naquele ano surgiu também a primeira "onduladeira", muito simples, com dois rolos ondulados, operados manualmente.
1871 - A primeira utilização do papelão ondulado como embalagem, foi quando o americano Albert L. Jones obteve a patente para envolver produtos frágeis, como garrafas, em embalagens produzidas com esta matéria-prima.
1881- Foi criada a primeira single facer motorizada, que foi introduzida na Inglaterra em 1883; na Alemanha em 1886; e na França em 1888.
1895 - A primeira onduladeira conhecida foi projetada por Jefferson T. Ferres, da empresa Sefton Manufacturing Co.
1903 - Um produtor de cereais usou pela primeira vez uma caixa de papelão ondulado em parede simples (capa/miolo/capa), conseguindo a aprovação oficial deste tipo de embalagem de transporte.
1952 - Foi constituída a FEFCO - European Federation of Corrugated Board Manufacturers.
1935 - A primeira fábrica de papelão ondulado foi constituída pelos Srs. João Costa e Ribeiro, que introduziram no nosso mercado o ondulado parede simples, até então importado da Alemanha. A produção de embalagens de papelão ondulado mostrou um rápido crescimento, acompanhando a Revolução Industrial e respondendo à pronta demanda por mais embalagens de transporte, caminhando paralelamente às atividades econômicas.
1974 - Foi fundada a nossa ABPO - Associação Brasileira do Papelão Ondulado.
No seu primeiro Anuário Estatístico, a ABPO apontava que a produção de papelão ondulado no Brasil havia crescido de 220 mil toneladas, em 1970, para 500 mil toneladas, em 1974.
1987 - Manual de Controle de Qualidade que tem servido a usuários e fabricantes de embalagens e produtos de papelão ondulado.
1999 - Glossário sobre Papelão Ondulado, que é de grande valia como instrumento de consulta aos profissionais do setor e aos usuários de embalagens de papelão ondulado.
2002 - Folder Meio Ambiente, Informativo sobre a contribuição das embalagens de Papelão Ondulado à proteção ambiental.
2003 - Cartilha Papelão Ondulado - Conheça a produção e os cuidados com o papelão ondulado.
Desde o final do século XIX, muitas mudanças têm ocorrido, e um notável progresso foi alcançando, conseguido na melhoria da matéria-prima, nos equipamentos, dos processos de produção e nas técnicas de impressão da embalagem de papelão ondulado.
Alguns exemplos são destacados a seguir: o número de gramaturas do papel usado para produzir papelão ondulado aumenta continuamente. Com isso, são inúmeras as possibilidades de combinação de diferentes papéis para capas e miolo; a produção e a produtividade da indústria de papelão ondulado têm crescido rapidamente. O mesmo vem ocorrendo com as linhas de envasamento dos usuários de papelão ondulado; a informática tem revolucionado a indústria, permitindo produções contínuas e agilizando o trabalho do departamento de desenvolvimento de embalagens e o processamento de pedidos.
Tais avanços, naturalmente, não chegaram ao fim, pois, a Era da Tecnologia da lnformação está apenas começando: na última década, as novas técnicas de impressão trouxeram as maiores mudanças. Por exemplo: o código de barras para identificação de produtos exigiu significativa melhoria da impressão das embalagens de papelão ondulado: as chamadas "micro-micro" ondas e papéis de alta qualidade têm possibilitado impressões cada vez mais sofisticadas. o que tem sido a porta de entrada do uso do papelão ondulado como embalagem primária.
2007 - Manual Hortifrutícola - Instruir o usuário de embalagem a preservar a qualidade dos produtos até o consumidor final.
FONTE: http://www.abpo.org.br/historia.php
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